O INSS tem teto. O seu padrão de vida, não.
Médico, empresário, executivo, servidor: quem contribui pelo teto a vida inteira é quem mais perde ao se aposentar sem planejamento — ou com o benefício calculado errado. Nós calculamos o número certo. E brigamos por ele.
Cálculo em todas as regrasTodo o Brasil, sem sair de casaOAB/MG 237.304
Seis situações. Seis contas que ninguém fez para você.
Toque na mais parecida com a sua. A conversa no WhatsApp já começa pelo ponto certo — e nossa equipe diz o que dá para fazer e quando.
- Caso 01Planejamento
Vou me aposentar. Quando e com quanto?
Cinco regras de transição, cinco resultados diferentes. A escolha errada custa milhares por mês, para sempre. Simulamos todas e mostramos a melhor data.
Falar sobre isso - Caso 02Revisão
Já me aposentei e o valor veio baixo
Salário que ficou de fora, tempo não contado, teto mal aplicado, fator errado. O INSS não confere por você. Prazo para revisar: 10 anos.
Falar sobre isso - Caso 03Especial
Sou médico, dentista, engenheiro
Agente biológico, químico ou físico no dia a dia reduz o tempo e aumenta o valor. O PPP e o LTCAT decidem — e quase sempre estão errados.
Falar sobre isso - Caso 04Empresário
Sou empresário ou autônomo
Pró-labore baixo, recolhimento errado, anos sem contribuir: tempo perdido que dá para recuperar. E alíquota certa daqui para a frente.
Falar sobre isso - Caso 05Exterior
Trabalhei ou morei fora do Brasil
Tempo nos EUA, em Portugal, no Japão, na Alemanha e em outros 20 países conta aqui. Acordo internacional soma — se alguém pedir do jeito certo.
Falar sobre isso - Caso 06Servidor
Sou servidor público
Regime próprio tem regras próprias: abono de permanência, integralidade, paridade, transição. O RH não vai calcular a melhor opção para você.
Falar sobre isso
A situação é outra? Auxílio-doença negado, BPC, pensão, benefício cessado… Conte pelo WhatsApp.
Quanto da sua renda desaparece na aposentadoria?
Digite o que você ganha por mês. O INSS paga, no máximo, o teto — o resto é lacuna. É ela que o planejamento fecha.
Ilustração com o teto do INSS vigente (R$ 8.475,55). O valor real do benefício depende da média das contribuições, da regra aplicada e do tempo — é isso que o planejamento calcula.
O INSS cobre 24% da sua renda. O resto some.
Cinco regras. Só uma é a sua.
Quem já contribuía antes de novembro de 2019 pode escolher a regra de transição. Cada uma dá uma data e um valor diferentes — e a diferença é para o resto da vida.
- Pontosidade + tempo
Regra dos pontos
Soma idade e tempo de contribuição. A pontuação exigida sobe a cada ano até 105 (homem) e 100 (mulher).
- Idadeprogressiva
Idade mínima progressiva
Tempo mínimo de contribuição com idade que sobe seis meses por ano até 65 (homem) e 62 (mulher).
- 50%pedágio
Pedágio de 50%
Para quem faltava menos de dois anos em 2019. Cumpre metade do que faltava — mas o fator previdenciário pesa no valor.
- 100%pedágio
Pedágio de 100%
Dobra o tempo que faltava, com idade mínima de 60/57. Sem fator, sem redutor — costuma pagar mais para quem contribui alto.
- Médiado benefício
A conta que decide tudo
60% da média de todas as contribuições desde 1994, mais 2% por ano além de 20/15. Cada ano a mais muda o número.
Base: EC 103/2019, arts. 15 a 20 e 26. A simulação individual considera CNIS, vínculos não registrados e períodos especiais.
Quatro números que o INSS não te conta
- 10 anos
Prazo para revisar
Aposentadoria concedida com erro pode ser revista em até 10 anos. Depois, o prejuízo vira definitivo.
- 25 anos
Aposentadoria especial
Exposição a agentes nocivos reduz o tempo exigido para 25, 20 ou 15 anos — com benefício maior.
- 5 regras
Caminhos possíveis
Cinco regras de transição, cinco resultados. Escolher sem cálculo é apostar a renda do resto da vida.
- 20+ países
Acordos internacionais
Tempo de trabalho no exterior soma ao brasileiro. Basta pedir certo — quase ninguém pede.

Charllyston Azambuja
Advogado · OAB/MG 237.304 · Direito previdenciário e planejamento
Cálculo primeiro, promessa nunca. Eu e minha equipe lemos o seu CNIS linha por linha, refazemos a conta em todas as regras, apontamos o que está faltando e mostramos, por escrito, quando vale a pena se aposentar e com quanto. Sem juridiquês, com o número na frente.
Atendimento digital em todo o Brasil, sem sair de casa. Sigilo absoluto.
- Atendimento com advogado, não com atendente
- Parecer por escrito: a melhor regra, a data e o valor estimado
- Honorários combinados por escrito antes de qualquer medida
Do CNIS ao benefício certo, em quatro passos
- 1º
Você manda o CNIS
Extrato do Meu INSS, carteiras de trabalho e o que tiver de PPP. Pelo WhatsApp, no seu tempo.
- 2º
Refazemos a conta
Todas as regras, todos os períodos — inclusive os que o INSS ignorou. Parecer por escrito, com data e valor.
- 3º
Ajuste e pedido
Contribuições em atraso, averbação de tempo especial ou no exterior, e o requerimento montado para ser aprovado.
- 4º
Benefício certo, ou revisão
Se o INSS negar ou errar, recurso e ação. Cada movimento chega a você pelo mesmo canal.
O que separar antes de nos chamar
Envie o que tiver em mãos. A análise começa com parte dos documentos — e nossa equipe diz o que ainda dá para conseguir.
- Extrato CNIS — baixado no Meu INSS ou no gov.br — é a base de toda a conta.
- Carteiras de trabalho e contratos — inclusive os antigos, de papel; vínculos que não aparecem no CNIS valem tempo.
- PPP e LTCAT — documentos da empresa sobre exposição a agentes nocivos, no caso de aposentadoria especial.
- Carta de concessão e extratos — se já é aposentado: carta, memória de cálculo e extratos de pagamento.
O que costumam perguntar
Contribuo pelo teto. Vou me aposentar com o teto?
Quase nunca. O benefício é calculado pela média de todas as contribuições desde julho de 1994, com percentual que começa em 60% e sobe 2% ao ano além de 20 anos (homem) ou 15 (mulher). Quem contribuiu abaixo do teto em parte da vida, ou tem períodos sem contribuição, recebe bem menos que o teto. O planejamento mostra o número real e o que dá para fazer para aumentá-lo.
Vale a pena pedir agora ou esperar?
Depende da regra que se aplica a você e de quanto cada ano a mais muda o valor. Às vezes esperar seis meses muda a regra e aumenta o benefício por toda a vida; às vezes esperar é jogar dinheiro fora. Só o cálculo em todas as regras responde.
Já sou aposentado. Ainda dá para revisar?
Sim, dentro de 10 anos a contar do primeiro pagamento. Erros comuns: salários que ficaram fora da média, tempo especial não reconhecido, vínculos sem registro e aplicação errada do teto. A revisão pode aumentar o valor e gerar atrasados.
Sou médico. Tenho direito à aposentadoria especial?
Em regra, sim, pela exposição a agentes biológicos — mas o direito precisa ser provado por PPP, LTCAT e, muitas vezes, perícia. Empresa e hospital costumam preencher esses documentos de forma errada ou incompleta; corrigir isso é parte do trabalho.
Preciso ir ao escritório?
Não. Atendimento digital em todo o Brasil: documentos pelo WhatsApp, reunião por vídeo quando fizer sentido, procuração eletrônica. O requerimento e o processo são eletrônicos do início ao fim.
Quanto custa?
Honorários combinados por escrito antes de qualquer medida. Pagamento à vista ou parcelado.
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Poucos campos. Nossa equipe retorna no WhatsApp informado para dar sequência à análise.
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Vamos analisar as informações e retornar no número informado.
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